Minha mãe é brava, é teimosa, é cabeça dura, às vezes se acha a dona da razão, às vezes é chata, a maioria das suas piadas são sem graça, reclama por pequenas coisas, mas é minha mãe. Batalhadora, guerreira, feliz, linda, dona do sorriso mais lindo, maravilhosa, minha mãe. Que tem que aturar não só a mim, mas também as minhas chatices, minhas idiotices, minhas birras, minhas piadas, meus gritos, meus choros. Obrigada mãe, por tudo. Eu te amo.
Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.